Como se traduz por aí
1.10.26
Nem à terceira
«— Boa ideia. — A Cora assente entusiasticamente. — O estado pode ser de divórcios sem culpa, mas, se a mulher com quem anda a sair tiver antecedentes criminais, isso vai decididamente prejudicar-lhe o pedido de guarda» (O Divórcio, Freida McFadden. Tradução de Carla Ribeiro e revisão de Mariana Félix. Odivelas: Alma dos Livros, 2026, pp. 130-31).
Está tão retorcido, que não sei se os leitores vão compreender. Eu, leitor especializado, tive de a reler três vezes. E se não consultasse o original, não saberia. E é simples: «— Boa ideia. — A Cora assente entusiasticamente. — Este pode ser um Estado em que não é preciso invocar culpa para obter o divórcio, mas, se a mulher com quem ele anda tiver antecedentes criminais, isso vai certamente prejudicá-lo na disputa pela guarda do filho.»
[Texto 23 625]
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