Como se escreve por aí

Que vós pasteis


      «Deixara círculos de folhas de alumínio abertos e cobertos de migalhas de pasteis de Natal, um copo de vidro com restos de whisky e flocos de aveia espalhados no chão» (Crime no Expresso de Natal, Alexandra Benedict. Tradução de Nuno Carvalho e revisão de Maria Ferro. Lisboa: Guerra & Paz, 2023, p. 155). 
      O tradutor pensa que é assim e assim o escreve. A revisora nem pestaneja. Ou se calhar o problema é esse: pestaneja e não vê que falta o acento. O AO90 pode ter contribuído para se verem mais erros desta natureza, mas os culpados têm nome e apelido.

[Texto 23 696]

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