7.8.26
Nem com tira-nódoas
[Texto 23 398]
Nem com tira-nódoas
[Texto 23 398]
Entretanto, no Brasil
[Texto 23 397]
Não subornei ninguém
[Texto 23 396]
Mais rigorosamente
[Texto 23 395]
Primeira regra: indagar da família
[Texto 23 394]
Ainda teremos de emigrar
[Texto 23 393]
Nunca pessoal
[Texto 23 392]
Marca nacional
«De acordo com a narrativa apresentada por Luís Neves, o então director financeiro da PJ estava a fiscalizar uma obra executada pelo empreiteiro de Barcelos que depois fez as obras na casa de Luís Neves, e recebeu um telefonema da Armada a dizer que o atrelado tinha de sair das instalações militares onde estava. Então, surgiu um milagre, que só pode ser explicado pelo porreirismo, pelo desenrascanço e pelo chico-espertismo portugueses: o empresário ofereceu-se para guardar o atrelado e os bidões na sua empresa pro bono, sem custos para o Estado» («A insensibilidade e a ingenuidade políticas de Luís Neves», São José Almeida, Público, 1.08.2026, p. 15).
[Texto 23 391]
Convém é não misturar as duas
[Texto 23 389]
Em que se fala de Betty Boop
[Texto 23 388]
Não tão simples
[Texto 23 387]
Mais uma resgatada do olvido
[Texto 23 386]
Resposta neurofisiológica
[Texto 23 385]
⋅ ── ✩ ── ⋅
P. S.: Não deixaria de dicionarizar este, tão encontradiço, orgasmo intelectual figurado sensação intensa de prazer, deleite ou êxtase, especialmente provocada por uma experiência estética ou intelectual.
Não caiu do céu
[Texto 23 384]
Até na Alemanha sabem
[Texto 23 382]
Sabido, mas esquecido
No sentido de «celta» ou «céltico», a pronúncia actualmente corrente é /ˈkeltɪk/. A pronúncia /ˈseltɪk/, historicamente anterior em inglês e hoje pouco usada nestas acepções, conserva-se sobretudo em nomes próprios, como Celtic Football Club. A pronúncia com /k/, difundida a partir do século XVIII e consolidada no século XIX por historiadores e linguistas, foi resultado da aproximação às formas antigas (grego Keltoí e latim Celtae), em que a consoante inicial se pronunciava /k/. isto mesmo, ou abreviado, se devia dizer no verbete Celtic do Dicionário de Inglês-Português da Porto Editora. A apresentação actual, ao enumerar /ˈkeltɪk/ e /ˈseltɪk/ sem nenhuma indicação de uso, leva a supor que ambas são hoje igualmente correntes nas acepções «celta, céltico» e «ramo de línguas celta», o que não corresponde ao uso predominante. Seria conveniente manter ambas, mas distinguir a pronúncia moderna geral da variante histórica, actualmente conservada sobretudo em nomes próprios.
[Texto 23 381]
Ora, também a temos
[Texto 23 380]
Mais o padrão que o tecido
[Texto 23 378]
É mais uma batata
A Terra, sempre ouvimos dizer e lemos, é redonda. Nenhum dado da NASA ou de outra qualquer entidade veio pôr isto em causa. Não é esférica, é redonda. Infelizmente, nenhuma acepção do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora tem a clareza e objectividade da correspondente à segunda acepção do Dicionário da Real Academia, que define «redondo» como «de forma esférica o semejante a ella». (Tal como a primeira é «de forma circular o semejante a ella».) É essa a palavra-chave: semelhante. Porque as esferas são objectos geométricos absolutamente perfeitos, em que cada parte da sua superfície está à mesma distância do centro com uma exactidão absoluta, não de metros, mas de milímetros, nanómetros, attómetros. E tudo porque não há esferas na Natureza. Sim, estou a ver. Assim, proponho ➠ attómetro METROLOGIA submúltiplo do metro, de símbolo am, equivalente a 10⁻¹⁸ metros.
[Texto 23 377]