Como se traduz por aí

Negócios à parte


      «— Mãe! — gritou Lily para o cimo da escadaria. — O ter convidado chegou com uma garrafa de champanhe! Põe a pintura de guerra! — E, sem esperar pela resposta, conduziu Julian através de uma porta que dava para uma sala de estar igualmente cavernosa, com uma lareira de mármore cheia de flores secas e uma urna de cobre» (Silverview, John le Carré. Tradução de Maria de Fátima Carmo e revisão de Clara Joana Vitorino. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2023, 3.ª ed., p. 145). 
      Não encontrei sequer um dicionário de língua portuguesa que registe esta acepção de «urna». («...with dried flowers in a copper urn.») É, pois, mais um falso amigo que a tradutora não conseguiu identificar. 

[Texto 23 477]

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