Como se escreve por aí
26.10.26
Era só copiar
«E eles lá andavam, a pensar o impensável vinte e quatro horas por dia. Coisas dignas do Doutor Estranhoamor. Planeamento de contingência para o Armargedão» (Silverview, John le Carré. Tradução de Maria de Fátima Carmo e revisão de Clara Joana Vitorino. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2023, 3.ª ed., p. 76). Se a tradução não estivesse cheia de erros, seria só mais uma gralha.
[Texto 23 762]
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P. S.: «Afirmando que “a função das nossas autoridades, a função também das nossas polícias é, por isso, o defender direitos”, o ministro [da Presidência, António Leitão Amaro] referiu que “direitos significa defender as regras, defender a ordem pública, fazê-lo sempre dentro dos termos da lei”» («Leitão Amaro. “Somos um Governo orgulhoso das suas polícias”», Rádio Renascença, 26.10.2026, 14h00). O Governo tem polícias? São suas? Francamente... Se assim já há por aí excessos, imagine-se o que seria se a polícia fosse mesmo do Governo, de qualquer governo. Estávamos bem tramados.
edit
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