«Questionado?» Há-de ser «perguntado»

É assim mesmo


      «O conhecimento médico facilita, mas não elimina a pesquisa. “Sinto mais segurança ao escrever sobre ferimentos e doenças, mas certamente não sei tudo sobre isso”, diz ela. O saber profissional tampouco restringe as liberdades que toma para fazer uma trama funcionar. “Nunca”, responde quando perguntada se já abandonou uma boa reviravolta por saber, como médica, que ela seria clinicamente impossível» («Tento não mentir, mas adoro manipular os meus leitores, afirma Freida McFadden», Ivan Finotti, Folha de S. Paulo, 12.09.2026, p. B7). 
      Quase todos os nossos escribas, incluindo gurus da escrita e linguistas autopromovidos, optariam ali por «questionada», quando não alguma coisa pior.

[Texto 23 597]

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