1.12.10
Cultura científica moribunda
«Sem se aperceberem, os peões confiam no barulho que os carros tradicionais fazem para calcular a distância a que os mesmos estão. Principalmente os invisuais e os seus cães-guia. Logo, o barulho é essencial. Quando os veículos eléctricos e híbridos circulam a uma velocidade elevada ouvem-se bem pelos pneus e pela estrada. Mas quando a velocidade ronda os 50 kms a história é diferente e vão ser precisos aparelhos electrónicos nos novos carros que substituam o barulho» («O silêncio nem sempre é de ouro», Emma Forrest, Metro, 30.11.2010, p. 21).
Este erro já passou por aqui. Como é que uma publicação com revisão apresenta erros tão básicos? Os símbolos não têm plural, cara Catarina Poderoso, revisora do Metro. Outros erros muitos comuns é kilómetro em vez de quilómetro; Kg em vez de kg; gr. em vez de g; mt. em vez de m; etc. Não passa muito pela imprensa, mas noutro tipo de publicações também se vê, por exemplo, sen α em vez de sin α e outras incorrecções.
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