Léxico: «tropeçante»

É hoje


      «Depois a chinfrineira verbal a propósito de tudo e de nada, saias e pateadas no S. João, cavalos e bizarrias, versos e cacetadas, só acabava quando os carros da couve desciam tropeçantes, eixos a gemer um doce chi-hu-heru, das Carmelitas para o Bolhão» (O Romance de Camilo, Vol. 2, Aquilino Ribeiro. Lisboa: Livraria Bertrand, 1974, p. 31).

[Texto 23 206]

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