30.11.11
Também toca
«Foi um acaso que levou o radiologista [Steven Sirr] a fazer este estudo. Estava a tocar, num dos seus tempos mortos, quando teve de fazer a supervisão de uma TAC numa emergência. Na pressa, levou o violino e, terminado o exame, resolveu fazer-lhe uma TAC também. E foi aí que começou o caminho que o levou à réplica do Stradivarius» («TAC permitiu réplicas perfeitas de ‘Stradivarius’», Filomena Naves, Diário de Notícias, 30.11.2011, p. 30).
A brincar em serviço... Desta vez está perdoado (porque foi nos tempos mortos). O termo está aportuguesado: estradivário.
[Texto 747]
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