Léxico: «delírio erotomaníaco | síndrome de Clérambault»

Dois nomes para um grande problema

 

      «Durante la audiencia preliminar celebrada el lunes 4 de mayo, el fiscal aseguró que el sospechoso creía mantener una relación sentimental con la princesa. Este rasgo característico del llamado delirio erotomaníaco le lleva a la convicción patológica de que ella le coresponde» («El delirio de creerse amado por la princesa Amalia de Holanda», Marian Benito, La Razón, 9.05.2026, p. 54). 

     Ora, se aparece na imprensa, bem pode ir para os dicionários, este  delírio erotomaníaco PSIQUIATRIA perturbação delirante caracterizada pela convicção patológica e persistente de que outra pessoa, geralmente de estatuto social elevado, inacessível ou desconhecida, está apaixonada pelo doente, apesar da ausência de provas ou mesmo perante rejeição explícita; pode levar a interpretações delirantes de gestos banais como sinais de amor recíproco; síndrome de Clérambault.

      Descrito pelo psiquiatra francês Gaëtan Gatian de Clérambault (1872-1934), o quadro é também conhecido por síndrome de Clérambault e integra tradicionalmente as perturbações delirantes de tipo erotomaníaco.

[Texto 23 070]

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