Léxico: «assaralhopado»

Tens a variante


      «Os sábados, ora no Guichard, ora no Pepino, eram dias de grande relambório. Queimava-se o ponche, a cuja luz azulada dos mundos imprevistos da boémia os olhos do indígena se abriam assaralhopados, ou havia fartas libações de cognac» (O Romance de Camilo, Vol. 2, Aquilino Ribeiro. Lisboa: Livraria Bertrand, 1974, pp. 30-31).

[Texto 22 911]

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