Como se escreve por aí

Não avançámos nada, nem com a IA


      «Os narcosubmarinos, que na realidade são semissubmersíveis que navegam com a parte superior à tona de água, fazem parte de um modus operandi conhecido há mais de 20 anos na costa americana» («Artur Vaz. “Os narcosubmarinos são uma grande ameaça”», Isabel Laranjo, Nascer do Sol, 5.03.2026, 8h01). 

      O sol da ortografia e da lógica quando nasce não é para todos — nem para o Nascer do Sol, onde também (como no Observador) não sabem escrever «narcossubmarino». Aqui, com a agravante de a jornalista até ter sabido que se escreve «semissubmersível». Sendo assim, reúne as condições mínimas, mas tem de treinar mais.

[Texto 22 560]

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