Erros de sempre e para sempre
19.3.26
Tu quoque, Ioannes Lupe!
«O extraordinário filme de Andres Veiel sobre a alemã Leni Riefenstahl (1902-2003), a partir de amanhã nas salas de cinema, tem um título austero: Riefenstahl. Dir-se-ia que o seu nome próprio deixou de lhe pertencer por inteiro, até porque “Leni” é uma abreviatura de Helene – sendo Helene Bertha Amalie o seu nome completo» («O cinema revisita a herança trágica de Leni Riefenstahl», João Lopes, Diário de Notícias, 18.03.2026, p. 26).
João Lopes, reveja-me isto com urgência. Calha eu ter cá em casa uma Lena, por vezes ou para alguns, Leninha, mas valha-me Deus, a isso chama-se diminutivo, ou hipocorístico. E já viu que, no caso de Leninha, não reduz nem abrevia nada, uma vez que tem mais um carácter (e não, c’um caraças, «caractere», como escreve o pessoal da bonecada) do que o nome pleno?
[Texto 22 652]
edit
Sem comentários:
Enviar um comentário