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      «Luís Montenegro não fará essa coligação, mas também a nomeação de Luís Neves está longe de significar que vai passar, doravante, a escolher o PS como parceiro preferencial do seu Governo sem maioria. O mais certo é que vá continuar, como até aqui, a jogar ora para um lado, ora para o outro, conforme os assuntos. Ao “contratar” Luís Neves, pode contribuir para diminuir a “percepção de cheguização” do PSD na questão da segurança, mas não é suficiente» («Um novo ministro no Governo AD de que a esquerda gosta», Ana Sá Lopes, Público, 23.02.2026, p. 40). 

      Isto mal começou (e começou mal), mas já temos «cheganos» (a minha preferida, porque a implicação com os ciganos pode proporcionar umas boas frases), «chegopitecos», «cheguização» e decerto outras de que não me lembro agora. Seja como for, nada supera a helvética sigla do partido, CH.

[Texto 22 579]

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