15.3.11
Eis a pista
«João olhou subitamente para ela. Claro, Luzinha, um templo tinha de ter um sino. O templo pode ser um dos pontos-chave, um dos guias que conduzem ao tesouro» (A Aventura no Barco, Enid Blyton. Tradução de Maria Helena Mendes. Lisboa: Editora Meridiano, Limitada, 1969, p. 162).
Ora cá está uma das embirrações do revisor antibrasileiro, e com quanta razão, desta vez. Não imaginem no original qualquer key point, isso seria nimiamente bélico. O que se lê é «one of the clues». Não é tema novo, aqui: estou farto dos não-sei-quê-chave. E, como se vê, já em 1969 alguns tradutores eram dados a estas imperícias.
[Post 4569]
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