22.11.10
Nem pensar
«A minha passagem pelo PSD», afirmou Paulo Portas na entrevista que deu ao Diário de Notícias, «é o efeito de uma convicção carismática. Eu nunca fui social-democrata, mas era “sá carneirista”. A personalidade política que me fez viver para a política chamava-se Sá Carneiro» («“Não é possível mobilizar o País com este primeiro-ministro”», João Marcelino, Diário de Notícias, 14.11.2010, p. 5).
Recentemente, um espanhol a viver há doze anos em Portugal disse-me que os Espanhóis não são, na sua maioria, monárquicos, mas juancarlistas. Mentalmente, vi a palavra assim escrita. E foi assim grafada que a vi numa pesquisa. E sacarneirista vejo aqui e ali, mas defendo, por mais clara, a grafia sá-carneirista. Tudo, em todo o caso, menos como o director do Diário de Notícias escreveu.
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