14.9.09
Serena, Williams
O revisor antibrasileiro tem razão: a categoria de juiz-árbitro, no ténis, é um conceito redundante. Peguem num dicionário e consultem os verbetes «juiz» e «árbitro». Nas acepções relativas ao desporto vemos, respectivamente: «o que, em jogos ou provas desportivas, fiscaliza a observância das regras; árbitro» e «indivíduo que, em jogos desportivos, fiscaliza a observância das regras». É como juntar dois cavalos: não dá nada, não há prole. Eu sei: especificidades do desporto. Também andou bem o revisor ao emendar para juíza de linha, pois sabia que tinha sido uma mulher a desempenhar a função. Contudo, se afirma seguir sempre o que regista o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, edição de 2003, teria de ter grafado juíza-de-linha (que também regista juiz-de-campo). O Dicionário Houaiss regista juiz de linha, e a meu ver bem, pois escreve-se juiz de direito, por exemplo.
O revisor antibrasileiro tem razão: a categoria de juiz-árbitro, no ténis, é um conceito redundante. Peguem num dicionário e consultem os verbetes «juiz» e «árbitro». Nas acepções relativas ao desporto vemos, respectivamente: «o que, em jogos ou provas desportivas, fiscaliza a observância das regras; árbitro» e «indivíduo que, em jogos desportivos, fiscaliza a observância das regras». É como juntar dois cavalos: não dá nada, não há prole. Eu sei: especificidades do desporto. Também andou bem o revisor ao emendar para juíza de linha, pois sabia que tinha sido uma mulher a desempenhar a função. Contudo, se afirma seguir sempre o que regista o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora, edição de 2003, teria de ter grafado juíza-de-linha (que também regista juiz-de-campo). O Dicionário Houaiss regista juiz de linha, e a meu ver bem, pois escreve-se juiz de direito, por exemplo.
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