28.3.11
Magna questão
Na sua crónica de hoje no Público, Miguel Esteves Cardoso fala do símbolo #, que já aqui nos ocupou.
«No Spectator datado de anteontem, Rory Sutherland divertia-se com a universalidade de gin tonic, compreensível em todos os bares do mundo, com os caprichos do símbolo #, que tem nome diferente em todas as línguas. Se puder, leia a coluna inteira: http://bit.ly/fctR14
Senão, fique sabendo que R.S. apurou que em português dizemos “terminal”, “cardinal” ou “jogo-da-velha” — coisa que, adianta ele, significa “noughts and crosses”, mais conhecido em Portugal como o “jogo do galo”.
Embora nunca tenha ouvido dizer “marque o número seguido de jogo-da-velha”, tenho de tirar o chapéu a quem assim chamou ao cruzamento de duas linhas horizontais com outras duas verticais. Acho até que jogo do galo, tal como arroba para o @, é a definição perfeita da disposição gráfica do caracter que se pretende» («Almofadinha cardinal», Miguel Esteves Cardoso, Público, 28.03.2011, p. 31).
(Só um reparo: porque é que Miguel Esteves Cardoso, à semelhança de muitos outros, não pôs ponto final depois do URL, se encerra frase? Mais outro: porque é que Miguel Esteves Cardoso escreve «jogo-da-velha» mas «jogo do galo»? O Sr. Hífen continua a fazer das suas.)
[Post 4622]
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