Como se escreve por aí
1.4.26
Impera o desmazelo
«Antes do lançamento, as dezenas de pessoas tentavam conter as borboletas na barriga. O nervosismo era indisfarçável, o orgulho também. O risco existia, mas era baixo: 0,5% de probabilidades de lançamento. As odds eram boas, mas para quem dedicou muito ao projeto, qualquer meio porcento é muito» («Portugal já lançou seis satélites para o espaço e quer criar o “Waze do mar”», Tomás Anjinho Chagas, Rádio Renascença, 30.03.2026, 12h17).
É assim que se escreve, Tomás Anjinho Chagas? Despiorando um pouco, teríamos: «Antes do lançamento, as dezenas de pessoas tentavam conter o nervosismo, que era indisfarçável, tal como o orgulho. O risco existia, mas era baixo: 0,5 % de probabilidade de falha no lançamento. As probabilidades eram favoráveis, mas, para quem dedicou tanto ao projecto, qualquer meio por cento pesa muito.»
[Texto 22 728]
edit
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