Definição: «tartaruga-verde»
29.4.26
Omitido o traço mais distintivo
«Se hace de noche en Long Beach, playa que bordea Georgetown, la capital de Isla de Ascensión. En la orilla, algo se mueve. Una masa oscura y enorme emerge del oleaje con una lentitud que parece de-liberada. Es una hembra de tortuga verde (Chelonia mydas), que puede llegar a medir 1,3 metros y pesar más de 150 kilos, y que acaba de cruzar 2.300 kilómetros de océano abierto desde las costas de Brasil. Ha tardado seis semanas. En el camino no ha comido nada. Está volviendo a la playa en la que nació» («La odisea para sobrevivir de la tortuga que desova a 2.000 kilómetros de casa», Patricia Fernández de Lis, El País, 26.04.2026, p. 42).
O pior das definições de «tartaruga-verde» dos nossos dicionários é a omissão desta odisseia de que fala o artigo. A maioria das definições fica-se pelo aspecto e pela taxonomia, quando o traço verdadeiramente distintivo desta espécie é comportamental: essa migração extraordinária e o regresso ao local de desova. Assim, proponho ➜ tartaruga-verde ZOOLOGIA (Chelonia mydas) espécie de tartaruga marinha de grande porte, da família dos Quelonídeos, com distribuição pantropical, caracterizada por realizar longas migrações oceânicas e por regressar às praias onde nasceu para desovar; apresenta carapaça oval de coloração variável (geralmente castanho-olivácea) e corpo esverdeado, podendo atingir cerca de 1,5 m de comprimento e pesar até cerca de 190 kg; na fase adulta, alimenta-se sobretudo de algas e ervas marinhas, sendo predominantemente herbívora.
[Texto 22 892]
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