Erram, pagam

Entretanto, no Brasil


      Uma ideia bem-intencionada, mas estúpida: «O procurador Cléber Eustáquio Neves, do MPF-MG, ingressou com ação civil pública contra a Rede Globo por suposto erro reiterado na pronúncia da palavra “recorde”. O parquet cobra da emissora uma indenização não inferior a R$ 10 milhões por alegada lesão ao patrimônio cultural imaterial da língua portuguesa. No entender do fiscal da lei, a prosódia “correta” do termo é “reCOrde” (paroxítona) e não poucos locutores da Globo pronunciam “REcorde” (proparoxítona)» («O anarquismo que funciona», Hélio Schwartsman, Folha de S. Paulo, 21.02.2026, p. A3).

[Texto 22 549]

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