Como se escreve por aí

Conta-me histórias


      «A regra até já foi invocada após Miguel Almirón, jogador do Paraguai, ter colocado a mão á [sic] frente da boca enquanto falava com um jogador da Turquia no final da semana passada. O árbitro assistente de vídeo (VAR) interviu para apresentar o cartão vermelho» («Fotografia de Bellingham a tapar a boca em jogo do Mundial levanta dúvidas sobre nova regra da FIFA», Nascer do Sol, 26.06.2026, 12h58). 
       Não sabemos é o nome do artista, e por isso jamais poderemos dizer que o romance tal ou o livro de poesia tal é deste plumitivo que hoje, em 2026, não sabe nem quer saber como se conjuga o verbo «intervir». Já tenho apanhado obras assim, mas alguém replica que o autor «sabe contar uma história». É o que parece interessar.

[Texto 23 278]

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