Só meia linha?
[Texto 23 248]
Só meia linha?
[Texto 23 248]
Para evitar confusões
[Texto 23 247]
P. S.: Com cara de enterro, mas não a chorar, o primeiro-ministro lá teve de falar da derrota da selecção, que remédio, e, caindo num erro lamentável, afirmou que «agora temos de levantar a nossa moral».
Isso não é de certeza
[Texto 23 246]
Um símbolo e é tudo
[Texto 23 245]
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Mas é alguma excepção?
[Texto 23 244]
Estamos sempre a tempo
Entrei num antiquário que tinha duas belas santas rocas na montra, mas, como se mostrou claramente um escroque desavergonhado, deixei-lhas lá. Os dicionários deste país católico ignoram totalmente a designação ➠ santa (de) roca ARTE RELIGIOSA imagem escultórica de uma santa cuja cabeça e mãos, e por vezes também os pés, são esculpidos, sendo o restante constituído por uma armação de madeira destinada a ser revestida com vestes de tecido e outros adornos.
[Texto 23 243]
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P. S.: Originalmente destinadas sobretudo ao culto público, nomeadamente a procissões e outras cerimónias religiosas, as santas (de) roca vieram também a ser utilizadas em capelas, conventos e oratórios particulares. As vestes, amovíveis, podiam variar conforme a invocação, a festividade ou o tempo litúrgico.
Tratemos já deste
[Texto 23 242]
Houve merda no Puto
Na sequência do texto que publiquei sobre a provável etimologia do vocábulo «puta», o leitor R. A. recordou-me o uso de Puto como designação coloquial da metrópole portuguesa em Angola, durante a Guerra Colonial. «Tens notícias do Puto?», «Quando vais ao Puto?» ou «Houve merda no Puto!» eram, segundo me escreveu e eu já conhecia, expressões correntes entre muitos militares. A pesquisa que entretanto fiz permitiu-me reunir diversas abonações em memórias de ex-combatentes e outras fontes, o que parece justificar a inclusão desta acepção no Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora — antes que a memória viva deste uso desapareça. Algo como ➠ Puto HISTÓRIA coloquial designação usada por militares portugueses destacados em Angola durante a Guerra Colonial para se referirem à metrópole portuguesa, isto é, a Portugal continental.
[Texto 23 241]