Definição: «estratovulcão»
23.8.26
A teoria do mil-folhas
«L’Etna è uno stratovulcano complesso attivo. La sua altezza massima è di circa 3-357 metri (l’altezza varia costantemente in base alle eruzioni e all’accumulo o crollo dei crateri sommitali) con una superficie di 1.190 km2. È il più grande vulcano attivo d’Europa con circonferenza alla base di oltre 140 chilometri. E Patrimonio dell’Umanità dell’Unesco» («Il vulcano», Lara Sirignano, Corriere della Sera, 13.08.2026, p. 6).
Exactamente, um estratovulcão, que a Porto Editora define assim: «GEOLOGIA tipo de vulcão de forma cónica bem pronunciada, composto por diversos estratos lávicos intercalados com níveis piroclásticos». Por coincidência, o Etna é um excelente exemplo, pois mostra-nos como esta definição é demasiado restritiva e esquemática: apresenta a forma cónica bem pronunciada como necessária e sugere uma alternância regular entre estratos lávicos e níveis piroclásticos. Além disso, não explicita o carácter poligenético do estratovulcão, formado pela acumulação sucessiva de materiais ao longo de numerosas erupções. O Etna mostra perfeitamente por que razão não devemos imaginar um estratovulcão como um cone feito de uma espécie de mil-folhas geológico, com uma camada de lava, outra de piroclastos, outra de lava, e assim sucessivamente. O seu edifício é muito mais complexo: possui vários centros eruptivos e crateras cimeiras, sofre actividade explosiva e efusiva, tem erupções fissurais nos flancos e nestes formam-se também cones adventícios. O portal dos Parques Naturais dos Açores caracteriza os estratovulcões como grandes vulcões poligenéticos constituídos por níveis piroclásticos e níveis de escoada lávica e explica que o perfil cónico pode ser modificado por movimentos de massa, erupções nos flancos ou uma caldeira cimeira.
Tudo visto e ponderado, proponho ➠ estratovulcão GEOLOGIA vulcão poligenético formado pela acumulação sucessiva, ao longo de numerosas erupções, de escoadas de lava e materiais piroclásticos, geralmente com vertentes íngremes e perfil cónico; vulcão compósito.
Exactamente, um estratovulcão, que a Porto Editora define assim: «GEOLOGIA tipo de vulcão de forma cónica bem pronunciada, composto por diversos estratos lávicos intercalados com níveis piroclásticos». Por coincidência, o Etna é um excelente exemplo, pois mostra-nos como esta definição é demasiado restritiva e esquemática: apresenta a forma cónica bem pronunciada como necessária e sugere uma alternância regular entre estratos lávicos e níveis piroclásticos. Além disso, não explicita o carácter poligenético do estratovulcão, formado pela acumulação sucessiva de materiais ao longo de numerosas erupções. O Etna mostra perfeitamente por que razão não devemos imaginar um estratovulcão como um cone feito de uma espécie de mil-folhas geológico, com uma camada de lava, outra de piroclastos, outra de lava, e assim sucessivamente. O seu edifício é muito mais complexo: possui vários centros eruptivos e crateras cimeiras, sofre actividade explosiva e efusiva, tem erupções fissurais nos flancos e nestes formam-se também cones adventícios. O portal dos Parques Naturais dos Açores caracteriza os estratovulcões como grandes vulcões poligenéticos constituídos por níveis piroclásticos e níveis de escoada lávica e explica que o perfil cónico pode ser modificado por movimentos de massa, erupções nos flancos ou uma caldeira cimeira.
Tudo visto e ponderado, proponho ➠ estratovulcão GEOLOGIA vulcão poligenético formado pela acumulação sucessiva, ao longo de numerosas erupções, de escoadas de lava e materiais piroclásticos, geralmente com vertentes íngremes e perfil cónico; vulcão compósito.
[Texto 23 422]
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