Léxico: «canforeira-de-bornéu»

Tem de ser nossa


      «Camões também refere uma canforeira no canto X d’Os Lusíadas, sabendo que não é a verdadeira. Trata-se da canforeira-de-bornéu (Dryobalanops aromatica), e não da verdadeira canforeira (Camphora officinarum), cuja área nativa o poeta não visitou. “Portanto, sabia que havia uma canforeira verdadeira. Talvez a tivesse visto cultivada na Índia”» («Jorge Paiva. Apaixonou-se pelas plantas em Camões e quis mostrá-las ao vivo no jardim», Teresa Firmino, Público, 23.08.2026, p. 25).

[Texto 23 437]

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