31.7.08

Sem inveja
Admiro os revisores do Le Monde, que têm tempo e à-vontade para criticar opções linguísticas do jornal para que trabalham. Bom exemplo, bem longe das hipocrisias a que estamos habituados. São oportunidades para todos aprenderem algo. Os títulos, que são sempre vistos por várias pessoas (dois revisores, director, editores e paginadores), são escrutinados miudamente — mas o erro e a gralha não deixam de acontecer. Nesta primeira página do Record, vemos «Felippe» (o médio benfiquista brasileiro) em vez de «Fellipe», como gralha. Como erro, «3.ª feira» em vez de «3.ª-feira».
Admiro os revisores do Le Monde, que têm tempo e à-vontade para criticar opções linguísticas do jornal para que trabalham. Bom exemplo, bem longe das hipocrisias a que estamos habituados. São oportunidades para todos aprenderem algo. Os títulos, que são sempre vistos por várias pessoas (dois revisores, director, editores e paginadores), são escrutinados miudamente — mas o erro e a gralha não deixam de acontecer. Nesta primeira página do Record, vemos «Felippe» (o médio benfiquista brasileiro) em vez de «Fellipe», como gralha. Como erro, «3.ª feira» em vez de «3.ª-feira».
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