16.2.10
Sempre atrasados
«Se há coisa que nos lembramos desse dia, além da lição magistral dada pelo norte-americano — não foi por acaso que a 17.ª etapa da 93.ª edição da Grande Boucle foi considerada por muitos como um dos momentos altos da era moderna do ciclismo —, é da quantidade indescritível de água que o fugitivo bebeu. Será difícil encontrar uma imagem do dia em que Landis não tenha um bidão ou uma garrafa de água na mão» («Floyd Landis, o batoteiro também é hacker», Ana Marques Gonçalves, Público, 16.2.2010, p. 28).
Pois é, mas os dicionaristas não têm dúvidas: bidão é a vasilha metálica, em regra cilíndrica, de grande capacidade. Mudamos o verbete ou a realidade?
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