«Forças vivas»

Mas não no sítio certo

      «A ideia partiu da presidente da Junta de Freguesia do Porto Martins, Rita Branco, e arrancou há cerca de um mês, apenas com a colaboração dos funcionários da autarquia e do grupo de escuteiros, mas neste momento já envolve todas as forças vivas da localidade, desde o grupo de idosos à comissão da Igreja Católica» («Iluminações de Natal serão feitas com lixo em freguesia dos Açores», Diário de Notícias, 16.11.2012, p. 22).
      Tanto quanto pude apurar, a locução começou a ser usada no início do século XIX e há-de ser a tradução do francês forces vivantes. O Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora regista-o, mas talvez não no sítio certo, pois está no verbete «vivo»: «forças vivas conjunto de entidades que contribuem para a vida e prosperidade de um lugar ou de uma região».
[Texto 2329]
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