4.2.13
Pobre hífen, pobres alunos
«De acordo com o porta-voz do estado maior das tropas francesas, o coronel Thierry Burkhard, “importantes ataques aéreos” foram levados a cabo na noite de sábado para domingo na zona de Tessalit, 200 quilómetros a norte de Tidal» («Chefes islamitas do Mali refugiam-se nas montanhas», Diário de Notícias, 4.02.2013, p. 22).
Então e eu não sei que já escrevi isto?! Os jornalistas do Diário de Notícias deixaram, vá lá saber-se porquê, de usar o hífen em palavras que não mudaram com o acordo. Já vi o mesmo fenómeno em professores de Português. Claro que há erros ainda mais graves. Ontem, mostraram-me um texto de uma professora de Português em que se lia que era docente «à pelo menos metade de uma vida». Não há vidas que cheguem para curar tamanha ignorância.
[Texto 2563]
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