«A possibilidade de se a ensinar»
26.9.12
E ouvi-la, nunca
«Para Eduardo Lourenço, o questionamento do filósofo [Manuel Maria Carrilho] cuja obra vai apresentar representa “um questionamento hipercrítico da nossa época, mesmo que continue a fazer as eternas perguntas da filosofia”. Entre as questões, diz, está a identidade da própria filosofia nos tempos que correm, bem como a possibilidade de se a ensinar: “Estes são alguns dos problemas que o preocupam e que estão sempre presentes na obra”» («Obra integral de Carrilho é apresentada amanhã», João Céu e Silva, Diário de Notícias, 26.09.2012, p. 48).
É muito raro, raríssimo mesmo, ver-se esta construção, que já aqui, e por diversas vezes, foi tratada. Se não houvesse nada mais contra, pelo menos a relativa dificuldade em pronunciá-la, por não ser propriamente fluida, já pesaria a desfavor.
[Texto 2145]
edit
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