Ortografia: «motobomba»

A persistência do erro

      «Na noite da tragédia, as informações prestadas pelas autoridades e por populares indicavam terem sido informados pelo proprietário da quinta de que os trabalhadores teriam levado para o poço uma moto-bomba, que teria provocado a intoxicação. “Mentira”, afirma Manuel Martins, garantindo que “no fundo do poço não estava qualquer motor ou bomba e o gás tóxico vinha da mina, lateral, ao fundo do poço”» («“Ainda estou em choque, não sei como saí dali vivo”», José António Cardoso, Diário de Notícias, 10.09.2012, p. 19).
[Texto 2075]
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