Vladivostoque

Um retrocesso

      «“Não faz sentido passar uma resolução sem consequências porque, como já vimos muitas vezes, Bachar al-Assad vai ignorar e continuar a atacar o seu próprio povo”, afirmou ontem a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, à margem do Fórum de Cooperação Económico Ásia-Pacífico, que decorreu durante o fim de semana na cidade russa de Vladivostok» («Proposta russa para a Síria vetada por Clinton», Catarina Reis da Fonseca, Diário de Notícias, 10.09.2012, p. 24).
      Um retrocesso, evidentemente, já que de quando em quando escrevem Vladivostoque: «Se Alexandre III promoveu a construção do expresso Transiberiano (em 1981, para ligar os 9289 km que separam Moscovo de Vladivostoque), já Estaline aproximou a Sibéria de Moscovo, deportando milhões de cidadãos em vagões de carga» («Rússia cresce depois de erupção vulcânica», Bruno Abreu, Diário de Notícias, 20.11.2009, p. 34).
[Texto 2076]
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