«Onde/aonde/donde»

Vou para casa

      «A este propósito, a Isabel Amaral contou que o Manoel de Oliveira, intrigado perante tão inusitado êxito [do filme Vou para Casa], perguntou ao Paulo Branco: “Aonde é que a gente errou?!”» (Diário de Paris – 2001-2003, Marcello Duarte Mathias. Lisboa: Oceanos, 2007, 2.ª ed., p. 111).
      Manoel (obriguem-no lá a escrever o nome com u, vá lá) de Oliveira fala assim tão mal? Não acredito. Acho que, se leu o livro, ficou outra vez intrigado.
[Texto 782]
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