Sempre o inglês

Em Luanda

      «Naquele gabinete já se lhe sente o cheiro, está no corredor por onde o Capitão os acompanha, por detrás das portas fechadas, no pátio da entrada e nas janelas iluminadas onde teóricos e burocratas redigem sitreps e perintreps» (Jornada de África, Manuel Alegre. Lisboa: Visão/Dom Quixote, 2003, p. 23).
      Em Álvaro Guerra ao menos aparecia grafado em itálico: «– Li-lhe as perintreps, os louvores ao batalhão, ouvi-lhe uma arenga no QG de Luanda. Duro de roer. Não vai tratar como iguais os que lá tratava como bandidos» (Café 25 de Abril: as Ruínas: Folhetim do Mundo Vivido em Vila Velha, Álvaro Guerra. Lisboa: Jornal, 1987, p. 92).
      Do inglês, pois claro: sitrep (situation report) e perintrep (periodic intelligence report).
[Texto 885]
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