Como se escreve nos jornais

Cum caneco, já não há verbos

      «Resta introduzir que Ricardo foi apanhado a conduzir um Opel à meia-noite com 1,90 gramas de álcool no sangue – não sabemos se tinha álcool no sangue ou sangue no álcool – mas, como veremos, só o fez porque é um homem bom» («Ricardo. A matéria-prima que prova que homem bom é um bicho raro, mas não nos tribunais», Sílvia Caneco, i, 17.12.2011, p. 27).
[Texto 849]
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