26.10.08
Então, se é assim…
Bem sei que Rebelo Gonçalves tinha outra opinião sobre a matéria, mas todos nos podemos enganar: «Portanto, quando os mestres, animados de boas intenções, insistem em chamar a um c quê e a um g guê (o mais corrente e quase geral até no ensino secundário), para que os seus meninos e meninas leiam bem cama, cola, cuba, gato e gume, esquecem-se de que as crianças, muito mais racionalistas do que possamos imaginar, se amolam a ler cera, cimo, gema e giro» (Carmo Vaz. Código de Escrita: Linguística Portuguesa 1. 2.ª edição revista e aumentada. Lisboa: Editora Portuguesa de Livros Técnicos e Científicos, 1983, p. 118).
Bem sei que Rebelo Gonçalves tinha outra opinião sobre a matéria, mas todos nos podemos enganar: «Portanto, quando os mestres, animados de boas intenções, insistem em chamar a um c quê e a um g guê (o mais corrente e quase geral até no ensino secundário), para que os seus meninos e meninas leiam bem cama, cola, cuba, gato e gume, esquecem-se de que as crianças, muito mais racionalistas do que possamos imaginar, se amolam a ler cera, cimo, gema e giro» (Carmo Vaz. Código de Escrita: Linguística Portuguesa 1. 2.ª edição revista e aumentada. Lisboa: Editora Portuguesa de Livros Técnicos e Científicos, 1983, p. 118).
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