1.9.26
Para não sermos meros espectadores
[Texto 23 444]
Para não sermos meros espectadores
[Texto 23 444]
Pois se os encontramos em português
[Texto 23 443]
Ainda não averiguaram o caso
«No ano em que a cidade assume o título de Capital Europeia da Democracia, os concertos afirmam-se como um dos grandes acontecimentos do verão» («Daniela Mercury abre hoje as tradicionais Festas do Mar», Vanessa Fidalgo, Correio da Manhã, 20.08.2026, p. 28). Tão abelhudos, mas ainda não aprenderam que Cascais é vila. Claro que não são os únicos. Roberto Bessa Moreira, por exemplo, só hoje fica a saber que anda por aí a espalhar o erro: «Na execução do plano, descreve a acusação do Ministério Público, vários elementos da organização criminosa fizeram, desde 2024, “várias viagens” a Portugal para “conhecerem o território, as marinas de Portimão e de Cascais” e ainda para “obterem alojamento” nas mesmas cidades» («Carro funerário entrou seis vezes na marina de Portimão para carregar cocaína», Roberto Bessa Moreira, Jornal de Notícias, 22.08.2026, p. 18). (Em contrapartida, sabe que já não levamos os mortos para o cemitério numa carreta.)
[Texto 23 442]
Meia bola e força
[Texto 23 441]
Fala-se agora muito nela
[Texto 23 440]
Em suma, ficamos a perder
[Texto 23 439]
Seria muito mais informativo
[Texto 23 438]
Tem de ser nossa
«Camões também refere uma canforeira no canto X d’Os Lusíadas, sabendo que não é a verdadeira. Trata-se da canforeira-de-bornéu (Dryobalanops aromatica), e não da verdadeira canforeira (Camphora officinarum), cuja área nativa o poeta não visitou. “Portanto, sabia que havia uma canforeira verdadeira. Talvez a tivesse visto cultivada na Índia”» («Jorge Paiva. Apaixonou-se pelas plantas em Camões e quis mostrá-las ao vivo no jardim», Teresa Firmino, Público, 23.08.2026, p. 25).
[Texto 23 437]