5.11.10
Pretensões
Quer ensinar-nos a ler um nome próprio estrangeiro — «Mas na hora da sua própria morte o camarada Ceausescu (ler “tcheauchescu”) não teve direito a honras de Estado nem a uma cerimónia familiar» (p. 8) —, mas depois escreve um português abastardado: «Cerca de 30 mil habitações serão removidas para implementar a mastodôntica Casa da República. Com o fim do regime é rebaptizada Palácio do Parlamento, mas a população de Bucareste no que respeita aos nomes oficiais é parecida com a lisboeta e toda a gente conhece o edifício como Casa Poporului (casa do povo)» («O marionetista e a marioneta», Rui Catalão, «Ípsilon»/Público, p. 11).
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