Léxico: «zé-prequeté»

Um zé-ninguém ainda mais obscuro


      «Questão melindrosa é averiguar como um zé-prequeté, o apagado Bolsonaro, aparece em arquivos privativos a chefes de Estado, príncipes europeus e magnatas. Plausível é considerar o neofascismo ascendente não como “onda” nebulosa, e sim como estrutura complexa, embora sem bases materiais delineadas. A ela se ajusta o conceito reflexivo de “máquina” como fluxo de energia produtor de realidade» («Bolsonaro nos arquivos de Epstein», Muniz Sodré, Folha de S. Paulo, 15.02.2026, p. A3).

[Texto 22 453]


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