Léxico: «videovigilante»
22.2.26
Tinha de haver
«A música há-de desacelerar, baixo e bateria repentinamente a volume reduzido e em câmara lenta. “Vivemos numa selva sem árvores, banhada pela chuva ácida dos rios que envenenámos”, sussurram Manuel Molarinho e a convidada especial Evaya. “Somos videovigilantes do mundo, para que não pegue fogo/ mas aproveitamos o calor para fazer pipocas e vê-lo arder”, prosseguem, como se nos segredassem ao ouvido, como se dançassem nas ruínas» («Baleia Baleia Baleia vs. o retrocesso: “Gostava de não caminhar para a Idade Média de novo”», Daniel Dias, Público, 19.02.2026, 14h33).
[Texto 22 481]
edit
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