Sobre «cônjuge»
17.4.12
Olha este
Caro Montexto, já não precisamos do Doutor Fausto: «Eis o prémio para as cônjuges de soalhos sem mácula e de sovacos e partes secretas escaroladas alastrando o aroma a sabonetes escolhidos» (Tubarões e Peixe Miúdo, Alexandre Pinheiro Torres. Lisboa: Editorial Caminho, 1986, p. 94).
[Texto 1381]
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