Rabo sem cauda

Ah, senhora professora...

      «Que lhe exibisse a miséria das placas dentárias, vá, mas agora as podridões do rabistel?...» (Tubarões e Peixe Miúdo, Alexandre Pinheiro Torres. Lisboa: Editorial Caminho, 1986, p. 78).
      Mero pretexto para contar o que me contaram: uma professora de Português convenceu os alunos a consultarem um dicionário para verem que, como ela afirmava, «rabo» é apenas «cauda» e nada mais. Não significa, argumenta ela, «nádegas» ou «ânus». Ainda estou para ver que dicionário usaram que não registasse a sinonímia.
[Texto 1385]
Etiquetas ,
edit

Sem comentários:

Arquivo do blogue