30.8.26
Fala-se agora muito nela
[Texto 23 440]
Fala-se agora muito nela
[Texto 23 440]
Em suma, ficamos a perder
[Texto 23 439]
Seria muito mais informativo
[Texto 23 438]
Tem de ser nossa
«Camões também refere uma canforeira no canto X d’Os Lusíadas, sabendo que não é a verdadeira. Trata-se da canforeira-de-bornéu (Dryobalanops aromatica), e não da verdadeira canforeira (Camphora officinarum), cuja área nativa o poeta não visitou. “Portanto, sabia que havia uma canforeira verdadeira. Talvez a tivesse visto cultivada na Índia”» («Jorge Paiva. Apaixonou-se pelas plantas em Camões e quis mostrá-las ao vivo no jardim», Teresa Firmino, Público, 23.08.2026, p. 25).
[Texto 23 437]
Temos os nossos idiomatismos
[Texto 23 436]
Há outros menos úteis nos dicionários
[Texto 23 435]
Não temos
«Criador de ‘Rick and Morty’ ironiza a política americana em novo seriado» (Davi Galantier Krasilchik, Folha de S. Paulo, 20.08.2026, p. B10). Isso mesmo, Porto Editora, não fica abrangido pelas tuas acepções do verbo. Logo, proponho ➠ ironizar verbo transitivo 3. Brasil tratar (alguém ou algo) com ironia.
[Texto 23 434]
É pena é misturarem tudo
[Texto 23 433]