16.6.26
Até para se saber do que se trata
[Texto 23 150]
Até para se saber do que se trata
[Texto 23 150]
Qualquer assunto não, caramba
[Texto 23 149]
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P. S.: Também recomendo vivamente que no verbete de «pirrónico» apareça alguma referência ao cepticismo, para o leitor não ter de tentar adivinhar. Podia ser assim: ➠ pirrónico FILOSOFIA relativo a Pírron de Élis (c. 365-275 a. C.), filósofo grego, ou à sua doutrina, o pirronismo ou cepticismo.
Temos de fazer o mesmo
[Texto 23 148]
Se é comum, não temos
[Texto 23 147]
Chegou a ocasião propícia
[Texto 23 146]
Alguma vez tínhamos de olhar para isto
«É, actualmente, um tratamento de segunda linha, aplicado após o tratamento com imunoterapia contra o cancro urotelial metastático. As recomendações publicadas pela equipa de André Mansinho indicam que devem ser aplicados painéis de testes genéticos o mais cedo possível, mas que, dado ser um tratamento de segunda linha, pode ser avaliado após a primeira linha terapêutica, desde que a resposta seja rápida» («Pode um teste genético acelerar o tratamento do cancro da bexiga?», Tiago Ramalho, Público, 27.05.2026, p. 27).
Inglês escondido com rabo de fora, mas, como a ouvimos há décadas e as palavras até são portuguesas, ninguém diz nada — nem os dicionários. Veio claramente do inglês (first-line treatment), mas naturalizou-se com tal facilidade, que já poucos lhes estranham a construção. Está no limbo, como tantas outras. Fazemos uma tentativa? Assim ➠ linha MEDICINA em expressões como «tratamento de primeira linha», «de segunda linha», etc., cada um dos níveis sucessivos de uma estratégia terapêutica, definidos segundo a ordem preferencial de utilização dos tratamentos, medicamentos ou abordagens clínicas disponíveis para determinada doença ou situação médica.
[Texto 23 145]
Não compramos o anacronismo
«En el lecho de la agonía lo cuidaban unas jóvenes polinesias y a su lado estaba uno de los antropófagos llorando desconsolado, quien al verlo ya muerto le mordió una pierna para que su alma volviera al cuerpo, según sus ritos. Los indígenas rodearon la cabaña. Vistieron el cadáver a la manera maorí. Lo untaron con perfumes y lo coronaron de flores. Un obispo misionero rescató los despojos para enterrarlos en un cementerio católico. Bajo el jergón Gauguin había dejado solo doce francos en moneda suelta. Eso sucedió en Atuona, el 8 de mayo de 1903, a sus 54 años» («La gloria entre los cocoteros», Manuel Vicent, El País, 13.06.2026, p. 43).
O papel do cronista moderno deveria ser o de iluminar o mito de Gauguin, e não o de baralhar a geografia e a antropologia para o leitor: os habitantes são os Marquesanos, não Maoris. E não creio que se possa invocar a licença poética. Isso era o que se pensava e afirmava no tempo de Gauguin, não no tempo de Vicent, que é o nosso, século XXI.
[Texto 23 144]
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P. S.: Ofereço-to, Porto Editora, com muita amizade ➠ marquesano adjectivo de 2 géneros relativo aos Marquesanos ou às ilhas Marquesas | nome de 2 géneros indivíduo natural das ilhas Marquesas | nome masculino LINGUÍSTICA língua polinésia oriental da família austronésia, falada pelos Marquesanos das ilhas Marquesas, na Polinésia Francesa. | Marquesanos nome masculino plural ETNOLOGIA povo polinésio indígena das ilhas Marquesas, arquipélago da Polinésia Francesa, cuja presença no território remonta a vários séculos antes da chegada dos Europeus.
Quanto à etimologia, vem de Marquesas + -iano, sob influência do francês marquisien, «idem».
Não é por falta de abonações
[Texto 23 143]