«Torino»?

Safa

      «Um dos soldados desta história, que trabalha em part-time como gigolo, foi inspirado numa vida real, por exemplo. “Mas a maior parte dos personagens foram construídos a partir dos meus 20 anos, com quem convivi até há pouco tempo e com quem partilhei esta casa perto de Torino, ‘La Cascina’, a que o livro é dedicado”» (Maria Espírito Santo, entrevista a Paolo Giordano, «Liv»/i, 11.05.2013, p. 9).
      Há aí pano para mangas, mas fica a nota: em português não dizemos Torino, mas Turim. Então não é, Maria?
[Texto 2826]
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