29.7.26
Posso ir ali abaixo colher uma amostra
[Texto 23 367]
Posso ir ali abaixo colher uma amostra
[Texto 23 367]
Ao contrário do guardanapo
[Texto 23 366]
Mais importante do que se pensa
[Texto 23 365]
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P. S.: Ah, sim, agora fica a faltar este: brabantino/brabanção LINGUÍSTICA grupo de dialectos neerlandeses tradicionalmente falados na região histórica do Brabante.
Mais especificamente
A propósito de uma leitura recente sobre Tróia no Corriere della Sera, reparei que o verbete «troiano» no dicionário da Porto Editora pode ser significativamente melhorado. A definição actual («de Tróia, antiga cidade da Ásia Menor») identifica a cidade de forma demasiado genérica. Julgo que seria mais informativo escrever algo como ➠ relativo ou pertencente a Tróia, antiga cidade fortificada da Tróade, no Noroeste da Ásia Menor, célebre por ter sido, segundo a tradição homérica, palco da Guerra de Tróia.
[Texto 23 364]
Pardon, Monsieur Réard !
[Texto 23 363]
Não é só para brincar
[Texto 23 362]
A lógica é a mesma
[Texto 23 361]
Eu já pensei
O panorama é este: a Porto Editora não acolhe nem promete acolher «cheiíssimo». Mas promete registar brevemente «seriíssimo». Até aqui, não tem muito que criticar. Bem, um bocadinho. Contudo, vejo que usa a forma menos consensual (e não recomendada) «cheíssimo» em alguns verbetes de dicionários bilingues. Ao Houaiss, em contrapartida, poucos escapam: cheiíssimo, feiíssimo, friíssimo, maciíssimo, necessariíssimo, ordinariíssimo, precariíssimo, seriíssimo, sumariíssimo, vadiíssimo, variíssimo... Decerto, alguns admitem variantes, mas não quanto a «cheiíssimo». Pensem nisso.
[Texto 23 360]