Infinito pessoal: a regra de ouro

Mas ficava melhor

      «MP quer ativistas da Fontinha a fazerem trabalho social» (Alfredo Teixeira, Diário de Notícias, 3.05.2012, p. 25).
      O infinito pessoal, escreve o P. Américo F. Alves na obra já aqui citada, deve empregar-se «quando a sua presença contribuir para aclarar e embelezar a frase, o que se verifica principalmente quando o sujeito não é o mesmo». Está verificada a condição. «Por outras palavras, a que se pode chamar regra de ouro: quando ele vier desfazer qualquer ambiguidade quanto ao sujeito do verbo.» Não é, manifestamente, o caso. Atente-se em cada um dos exemplos que o autor dá: «Sentiu correrem-lhe as lágrimas. Entrámos na casa deles sem darem por isso. Deram-te a bola para jogares.»
[Texto 1461]
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