«Atolo de Bíkini»

Surpresa

      Alguns leitores ainda se lembrarão de, vai para dois anos, ter aqui estranhado que poucas vezes se aportuguesasse atol de Bikini. Ora vejam como escreveu Vasco Botelho de Amaral: «Mas, tal como aconteceu na experiência do atolo de Bíkini, a bomba não era assim tão má como se dizia» (Estudos Críticos de Língua Portuguesa: contra os Gramáticos, Vasco Botelho de Amaral. Porto: edição do autor, 1948, p. 152).
     Já que o étimo é o maldiviano atolu, o Mestre não terá tido dúvidas. E lá se vai, no plural, a rima com «anzóis». Em italiano, é atollo que se escreve. Quanto a Bíkini, nada.
[Texto 1524]
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