Extras! Extras! Extras!

Está a entrar


      «Uma das incompatibilidades é a prestação de serviços de médicos que não estão dispostos a fazer horas extras para além do previsto» («Governo quer menos peso dos tarefeiros na urgência», Edgar Nascimento, Correio da Manhã, 8.05.2026, p. 19). «Governo aprovou diploma que regula prestações de serviços, bem como regime de incentivos às horas extras na urgência» («Medidas “draconianas” podem levar a fuga do SNS», Inês Schreck e Ana Maia, Público, 8.05.2026, p. 12). «É o que está previsto no decreto-lei, aprovado pelo Governo na quinta-feira, que estabelece a atribuição de incentivos remuneratórios aos médicos que fazem mais horas extraordinárias na urgência do que as previstas na lei (150 horas extras/ano ou 250 horas, se for em dedicação plena)» («Médicos disponíveis para urgências terão bónus mesmo que não sejam chamados», Inês Schreck, Público, 9.05.2026, p. 19).

[Texto 22 966]

Extras! Extras! Extras!

Eles sabem


      «Pós-operatório de transplante capilar inclui despesas extras de R$ 4.000» (Ivan Finotti, Folha de S. Paulo, 22.04.2026, p. B13).

[Texto 22 865]

Extras! Extras! Extras!

Porque andam muito folgados


      «O ex-diretor executivo do SNS António Gandra d’Almeida afirmou ontem que o INEM “só funcionava com muitas horas extras e prestação de serviços, tal como o resto do SNS”» («INEM só funciona com horas extras», E. N., Correio da Manhã, 27.03.2026, p. 19).

[Texto 22 775]

Extras! Extras! Extras!

Não se esqueçam


      «O ex-diretor executivo do SNS António Gandra d’Almeida afirmou ontem que o INEM “só funcionava com muitas horas extras e prestação de serviços, tal como o resto do SNS”» («INEM só funciona com horas extras», E. N., Correio da Manhã, 27.03.2026, p. 19).

[Texto 22 702]

Extras! Extras! Extras!

Hoje são cirurgias


      «Despesa com cirurgias extras dispara 212 milhões» (António Sérgio Azenha, Correio da Manhã, 26.01.2026, p. 10).

[Texto 22 618]

Extras! Extras! Extras!

Hoje são serviços


      «Perante três ofertas, onde deve o consumidor português investir o dinheiro? A resposta depende menos da música disponível — que é virtualmente a mesma em todos — e mais da qualidade do som, do preço mensal, dos serviços extras e do tipo de dispositivo que o utilizador traz no bolso» («Spotify, Tidal ou Apple Music? Qual a melhor escolha», Sérgio Magno, Público, 9.01.2026, p. 39).

[Texto 22 602]

Plural: «pequeno-burguês»

Para evitar disparates


      Podia citar Marx, ou Cunhal, ou até Mário Cláudio, mas vai assim a seco: Porto Editora, tens de indicar urgentemente o plural de «pequeno-burguês». Citar Mário Cláudio ou Cunhal teria um duplo escopo: mostrar que também existe e se usa o termo «médio-burguês».

[Texto 22 526]

Plural: «cabra-montês»

Não é a melhor escolha


      «Estas, nestas alturas, tendem a assumir as dores do povo, afastando as suas próprias responsabilidades em anos ou décadas de relaxe, de autorização de construção em leitos de ribeiras e até de rios, como no Mondego, construção sob ou sobre arribas e na linha de costa, como em Almada, falta de obras em estradas municipais que mais parecem caminhos de cabras-monteses e noutras construções da responsabilidade autárquica, como edifícios de serviços públicos» («O povo reivindica pela televisão», Eduardo Cintra Torres, Correio da Manhã, 22.02.2026, p. 37).

      Não será a mim que me vão apanhar a usar «cabra-montês». Regular e com plural inequívoco é «cabra-montesa». Bem podia a Porto Editora indicar o plural de «cabra-montês», sempre contribuiria para haver menos erros.

[Texto 22 488]

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