Sobre «capô»

Umas décadas antes

      «– Mas... mas... a culpa não foi dele?, ­– protestou Pamela. – Com certeza que tinha de pagar tudo o que fez!, – ajuntou, apontando para o capô amolgado e para o pára-brisas encaixado no meio das ortigas da vala» (Acampamento no Bosque, David Severn. Tradução de José da Natividade Gaspar. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1949, pp. 22-23).
      Alguns hão-de pensar que só com o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, é que passámos a ter estes aportuguesamentos. Pois lamento desiludi-los, mas não.

[Texto 3193]
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